Adufac

Associação de Docentes da Universidade Federal do Acre

  • Posse do Prof. José Marconde Souza da Silva, Curso de Ciências Contábeis (CCSJA)

    A ADUFAC – Seção Sindical do ANDES-SN marcou presença na recepção e posse de novas e novos docentes da Universidade Federal do Acre, realizadas ao longo do mês de abril a junho no Campus de Rio Branco. A diretoria do sindicato esteve presente para apresentar a entidade e reforçar a importância da organização coletiva na defesa da universidade pública.

    Durante as cerimônias de posse, a ADUFAC entregou materiais informativos sobre direitos, deveres e desafios da carreira, além de apresentar o movimento docente como referência para luta e defesa da universidade pública brasileira.

    Posse da Professora Anna Carolina Cunha da Silva Nunes, da Área de Língua Inglesa, Colégio de Aplicação

    “Chegar à UFAC é motivo de orgulho, mas sabemos que a educação e a carreira docente está sob ataque. Precarização, intensificação do trabalho e desvalorização salarial são desafios que só enfrentamos de forma coletiva. Sindicalizar-se na ADUFAC é fortalecer a luta por melhores condições de trabalho, saúde docente e uma universidade pública, gratuita e de qualidade”, afirmou Raquel Ishii, da ADUFAC.

    Além da apresentação institucional, a ADUFAC colocou a sede do sindicato à disposição para tirar dúvidas sobre regime de trabalho, progressão, licenças, aposentadoria e demais temas da carreira.

    Para a ADUFAC, receber as novas e novos professores é garantir a renovação da luta sindical. A entidade reforçou que a mobilização contra cortes de orçamento, pela recomposição salarial e pela revogação das reformas que atacam a aposentadoria precisa do engajamento de toda a categoria, especialmente das e dos docentes que chegam agora.

    Docentes interessadas e interessados em se filiar à ADUFAC podem procurar a sede do sindicato no Campus de Rio Branco ou entrar em contato pelo e-mail diretoriaadufac@gmail.com ou WhatsApp: 68 984034539

  • Hoje, no Segunda com Ciência, apresentamos a pesquisa da Profa. Valquíria Garrote, docente no Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Acre – UFAC, na área de Ecologia.

    A tese demonstrou que os sistemas agrícolas tradicionais – especialmente as roças de coivara, os quintais e os sistemas agroflorestais – são muito mais do que espaços de produção de alimentos. Eles constituem patrimônio biológico, cultural e político fundamentais para a permanência das comunidades em seus territórios.

    A pesquisa contribui para os campos da agroecologia e da etnoconservação ao demonstrar que as populações tradicionais atuam como sujeitos coletivos e protagonistas na gestão e proteção de seus territórios.

    Quem é a pesquisadora? 🔍

    Valquíria Garrote é doutora pelo Programa Interunidades de Pós-Graduação em Ecologia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP (2026)

    📧 Contato: valquiria.garrote@ufac.br

  • Em 28 e 29 de março, camponeses, indígenas, quilombolas e ativistas se reuniram em Porto Velho para o Tribunal Popular contra os Crimes do Latifúndio.

    A sentença foi divulgada em 27 de maio e é dura: condenou a grilagem de terras, a violência no campo e o “conluio, cumplicidade ou complacência” de autoridades públicas com o latifúndio em Rondônia.

    As violências contra povos indígenas foram classificadas como crimes de genocídio. Há omissão dos três Poderes da República. O grupo “Invasão Zero” foi classificado como organização paramilitar a serviço do latifúndio.

    O Tribunal listou nomes de coronéis da PM e ex-secretários denunciados por operações que resultaram em torturas e homicídios de camponeses, como os casos de Renato Nathan e Dinhana Nink.
    A advogada popular Lenir Correia Coelho foi reconhecida como prisioneira política do Estado brasileiro. Exigimos sua libertação imediata.

    Integrante da CSP-Conlutas e ex-presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri-AC, Dercy Teles, a mais importante referência de luta das e dos trabalhadores rurais no Acre, atuou como jurada no Tribunal. Impactada com os relatos, ela denunciou: “Matam as pessoas como se matassem um pássaro, um mosquito”. A presença de Dercy reforça a continuidade da luta histórica de povos da floresta contra a violência do capital no campo.

    A ADUFAC se soma à luta dos povos de Rondônia, da Abrapo, CPT-RO, LCP e Opiroma. Defender a universidade pública é defender a democracia e os direitos dos povos da floresta.

    (Com informações da CSP-Conlutas)

  • Docentes sindicalizadas e sindicalizados,

    Iniciamos o processo de produção da nova Carteira de Identificação Sindical da ADUFAC.

    Importante:

    • Quem já tem a carteira também receberá a nova até o fim de agosto/2026.
    • Preencha o formulário https://forms.gle/2DfmawN2AnYP7QZM8 até 30 de julho para atualizar e-mail, telefone e renovar sua foto. Um modelo de como será a nova carteira pode ser visualizada no formulário.
    • A carteira antiga vale até 31/12/2026 em todos os estabelecimentos conveniados. A lista de conveniados atualizada pode ser verificada aqui: https://adufac.org/convenios/

    Diretoria da ADUFAC

  • Você sabia que como sindicalizada(o) você possui descontos em uma série de estabelecimentos em Cruzeiro do Sul e em Rio Branco?

    Apresentando a Carteira de Identificação da Adufac no Supermercado Araújo, em Rio Branco, por exemplo, você tem 5% de desconto em todas as compras. Já em Cruzeiro do Sul, em todas as lojas da rede Mercantil Cohab você tem 3% de desconto no valor das compras à vista ou no pix.

    Sem contar com uma ampla lista de serviços de saúde, postos de combustíveis, restaurantes e muitos outros. A lista completa você pode verificar aqui: https://adufac.org/convenios/

  • ⚠️Prezados(as) professores(as),

    Alertamos para tentativas de golpe por ligação ou WhatsApp em nome do Escritório Poersch ou de outros advogados supostamente ligados à ADUFAC.

    IMPORTANTE: Não forneça dados bancários, senhas, códigos de verificação ou informações pessoais. A ADUFAC não solicita esse tipo de informação por telefone ou WhatsApp.

    Nossos canais oficiais de contato são apenas:
    📧 E-mail: diretoriaadufac@gmail.com
    📱 Telefone/WhatsApp: (68) 98403-4539

    Em caso de dúvida ou contato suspeito, fale diretamente conosco antes de passar qualquer informação.

  • Hoje, no Segunda com Ciência, apresentamos a pesquisa da Profa. Adriana Martins de Oliveira, professora da Universidade Federal do Acre, vinculada ao Centro de Educação e Letras – CEL, Campus Floresta.

    Resultado de sua tese de doutorado (2022), a pesquisa evidenciou que, apesar do discurso de inovação e protagonismo juvenil que acompanhou a reforma do Novo Ensino Médio, sua implementação produziu consequências significativas para a escola pública. Entre elas: o enfraquecimento da formação geral dos estudantes, a ampliação da fragmentação curricular, o fortalecimento de concepções orientadas pela lógica do mercado e a precarização do trabalho docente.

    Mais do que analisar uma reforma curricular, a pesquisa buscou compreender seus efeitos concretos sobre a formação das juventudes, o trabalho docente e a escola pública brasileira, contribuindo para a defesa de uma educação pública de qualidade, socialmente referenciada e comprometida com a formação humana integral.

    Quem é a pesquisadora?
    Adriana Martins de Oliveira é doutora em Educação pela UFPR (2022).
    📧 Contato: adriana.oliveira@ufac.br

  • Fonte: Andes-SN

    Em votação relâmpago e esvaziada, o Senado Federal aprovou em dois minutos, nesta terça-feira (2), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL 3/2025), que cancela a Resolução 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e dificulta a realização de abortos em crianças e adolescentes vítimas de estupro. Chamado de PDL da Pedofilia e do Estupro por movimentos sociais, o texto segue para promulgação do Congresso Federal.

    Conforme dados do Mapa Nacional da Violência de Gênero, divulgados no último mês de maio, de 2011 a 2024, em média, 64 meninas foram vítimas de violência sexual, por dia, no Brasil. Neste período, 308.077 mil meninas até os 17 anos de idade sofreram esse tipo de violência no país.Se considerado somente o ano de 2024, foram registrados 45.435 casos, uma média de 3,78 mil notificações por mês.

    O ANDES-SN repudia a aprovação do PDL 3/2025 e destaca que, no Brasil, mais de 68% dos responsáveis por estupros de crianças são familiares. O Censo do IBGE de 2022 registrou que existem 34 mil crianças e adolescentes de até 14 anos vivendo em uniões conjugais no Brasil.

    Embora o aborto seja reconhecido, no Brasil, para casos de risco à vida da gestante, estupro e anencefalia do feto, meninas e adolescentes têm sido vítimas de uma dupla violência com exposição e estabelecimento de dificuldades institucionais para terem acesso à interrupção da gestão. Caroline Lima, 1ª vice-presidenta do ANDES-SN, ressaltou que a votação representa um ataque brutal ao direito de crianças e adolescentes.

    “Hoje, o Brasil teve um retrocesso gigantesco, a partir da movimentação da extrema direita no Senado, na figura da ex-ministra Damares (PL-DF), que, quando foi ministra [da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos] desestruturou todas as políticas relacionadas à defesa da criança e de adolescentes, dos direitos sexuais e reprodutivos, que colocou meninas e menines em situações de vulnerabilidade. Esta mesma senhora foi responsável por pautar, no Senado, o PDL da Pedofilia, que foi aprovado de forma aligeirada na Comissão de Direitos Humanos do Senado e depois no Plenário, com o apoio do presidente da Casa, Alcolumbre”, afirmou a diretora do Sindicato Nacional

    Caroline reforçou que, para o ANDES-SN, a votação do PDL 3/2025 é uma afronta e um ataque à democracia, ao direito das mulheres, das crianças e de adolescentes. “É um ataque direto ao Estatuto da Criança e do Adolescente e, principalmente, representa um ataque da extrema direita contra o movimento da classe trabalhadora pelo fim da escala 6×1, pois, agora, a extrema direita usa uma pauta sensível e delicada para tentar mostrar alguma força depois da derrota em relação à redução de jornada para 40 horas semanais e ao direito de dois dias de folga para a classe trabalhadora no Brasil”, acrescentou.

    PDL da Pedofilia e do Estupro
    O PDL 3/2025, de autoria da deputada Chris Tonietto (PL/RJ), já havia sido aprovado na Câmara de Deputados em novembro do ano passado. O projeto susta integralmente a Resolução 258, de 2024, do Conanda, que trata do atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e da garantia de seus direitos. A resolução regula procedimentos já previstos no ordenamento jurídico brasileiro para casos específicos, como gravidez resultante de estupro, risco à vida da pessoa gestante e anencefalia fetal.

    Entre as ações previstas na norma, destacam-se o treinamento de profissionais para identificar situações de violência sexual e a garantia de um atendimento rápido, sigiloso e livre de preconceitos. De acordo com o Conanda, a medida reforça a prioridade absoluta do interesse da vítima, garantindo-lhe sigilo, autonomia e o direito de ser ouvida sem sofrer novas violências pelas instituições.

    Além disso, define protocolos para a escuta especializada e a notificação dos casos, buscando evitar a revitimização no sistema judicial e hospitalar. O texto proíbe a violência institucional e exige que os profissionais atuem de forma humanizada, respeitando os direitos reprodutivos e o desenvolvimento dos jovens. Também assegura que divergências familiares não devem anular a vontade da criança, garantindo assistência jurídica gratuita para a proteção de seus direitos fundamentais.

    “Precisamos denunciar e lutar contra esse absurdo. Nós, do ANDES-SN, repudiamos o PDL 3 de 2025 e, principalmente, repudiamos as ações da extrema direita, que insiste em transformar estuprador em pai e crianças em mãe”, conclamou a 1ª vice-presidenta do Sindicato Nacional.

  • ⚠️Prezados(as) professores(as),

    Alertamos para tentativas de golpe por ligação ou WhatsApp em nome do Escritório Poersch ou de outros advogados supostamente ligados à ADUFAC.

    IMPORTANTE: Não forneça dados bancários, senhas, códigos de verificação ou informações pessoais. A ADUFAC não solicita esse tipo de informação por telefone ou WhatsApp.

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    📧 E-mail: diretoriaadufac@gmail.com
    📱 Telefone/WhatsApp: (68) 98403-4539

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