O documento argumenta que atuar no interior, em áreas isoladas e de difícil acesso, impõe desafios e alto custo de vida, e que incluir docentes e TAEs do magistério federal corrige injustiça histórica e garante isonomia. A entidade lembra que caberá ao MGI definir por ato próprio os municípios considerados estratégicos e solicita que o critério contemple todos os campi federais da Amazônia Legal e da Faixa de Fronteira, para que nenhum servidor dessas regiões fique de fora.
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