O modelo cívico-militar não melhora a educação, ele maquia.
Seleciona alunos na entrada, expulsa quem não se adapta e recebe muito mais verba por aluno que a escola regular.
O “sucesso” não vem da farda, vem do investimento que falta no resto da rede. E ainda desvia policiais da rua para vigiar corredor, silencia professoras e professores e fere a LDB, que garante pluralidade de ideias e autonomia pedagógica.
Para a ONU, a militarização das escolas vai na contramão de uma educação de qualidade e dos compromissos internacionais assumidos pelo país. Defender a escola pública é defender autonomia, liberdade de cátedra e gestão democrática. Lugar de militar é na segurança pública, lugar de educador é na gestão da escola








